
A loucura começou uma semana atrás, em Paraty, com a reunião da galera na cidade, comemorando outra oportunidade de se embebedar em conjunto. Claro, tudo conforme o esperado, tirando apenas a somatória de 11 horas no trânsito.
São Paulo caiu como uma luva, precisava respirar um pouco desse ar congestionado da capital paulista. Ouvir o som das aberrações (mecânicas ou nem tanto), encarar as filas e filas espalhadas por todos os departamentos possíveis, os engarrafamentos e os maravilhosos diálogos durante os horários de pico.
Alguns dias afastado da faculdade, do drama de levantar antes das galinhas e do meu Mercedes Benz "Terminal Santo Amaro". Afastado dos amigos e das paquerinhas, dos cigarros à mercê do horário de entrada, das tantas roletas e simpatizantes do gênero. Nada, porém, capaz de frear o ímpeto etílico dos P&P da sala 510 B. Sexta-feira é dia bar, dia de beber pra brindar, pra surtar, pra cantar e dançar, pra se afogar em mágoas ou cair em gargalhadas sem parar.
"Mas tipo assim, onde será que a gente pode se reunir!?"
"Ahhh, sei lá, que tal lá em casa!?"
E assim se sucedeu. Festinha na casa do Vicente! Na hora alucinei e combinei tudo com todos possíveis, lá pelas 18 horas a cabeça já rodava diferente, as lembranças já não eram tantas, e a festinha!? Será que vai rolar mesmo!? A cama caiu muito bem, mas meu sono fora interrompido uma hora e meia depois de seu início. Pessoal chegando, eu "melhorando", cervejas entrando, gelando, acabando rapidamente. O som alto, as tábuas do meu sobrado balançando, sem querer cair, observando a atividade noturna do mais novo pessoal, assíduos frequentadores (a partir de agora) da "casa meio velha, com uma guarita na frente e algumas pixações na parede". A Vila Mariana certamente não via tanto movimento próximo à caixa d'água há um bom tempo.
Outras virão, outras virão...
Agredacimentos profundos a todos que apareceram e contribuíram para com o evento!!
Hiuahuiahuiahuiahuia...
No momento ouvindo algumas velharias do YES.
Abraços e até!
