Primeiro dia de aula é sempre algo inesquecível, primeiro rolê com a galera também, sempre fica marcado, mas, a primeira breja, ahhh, essa não tem como esquecer. Tava lá eu na facul, observando o movimento das massas, vários grupinhos, dos mais descolados aos mais obstinados (esses que passam a vida tentando ser descolado), sexta-feira, nada melhor que colar no bar (ainda mais sendo esse bar na rua de trás). Três horinhas bebendo e tome fogo na cabeça! A galera da facul se enturmando devagar, não dou um mês pra essa galera toda colar lá na República! Falando em República, já disponibilizo aqui no blog a seguinte informação:
- Procura-se calouros ou demais alunos necessitados de uma casa em São Paulo!
- Procura-se calouras ou demais alunas necessitadas de uma cama em São Paulo!
- Procura-se calouros ou demais alunos necessitados de uma casa em São Paulo!
- Procura-se calouras ou demais alunas necessitadas de uma cama em São Paulo!
Tirando o fato de que, pra me mudar, precisarei passar minhas próximas duas semanas fazendo "reforminhas básicas" na casa, eu até que chego a me animar com a possibilidade de estar morando na Vila Mariana. Perrengue é de lei, ainda mais tendo eu voltado há menos de dois meses pra Sampa, então, acredito que esse processo de readaptação vá levar pelo menos mais um mês, dois ou até mais, quem sabe.
Fim de semana chegando, Dia dos Pais, impossibilidade total de sair da cidade, sábado e domingo sempre rola uma confraternização, assim espero, família italiana, sabe como é!
"Hoje a Marginal engarrafou, e eu fiquei apé", a Marginal eu não sei, mas a Heitor Penteado fechou durante pelo menos 50 minutos, e eu dentro do 917 Terminal Pirituba, louco pra chegar em casa. Pela tarde, 50 minutos no metrô pra chegar lá na São Bento, já nem sei mais por que me arrisco a sair de casa sem carro, imagino que a minha contribuição para o meio ambiente seja grande, se levar em conta o fato de que não poluo porra nenhuma. Nunca plantei uma árvore, logo ando de ônibus!
Baseado nas teorias do saudosíssimo "Seu Alaor", que afirma: "logo que ocê cruzar a Rua Catão, cata o premero bumba pra Lapa que ocê sai lá no cemitério", lembro-me de outro grande ilustríssimo pensador. Sun Tsu dizia que, além do horizonte, existe um lugar. Às vezes páro diante de tamanha reflexão e me questiono, como foi possível nunca ter chegado à essa conclusão antes!? No beatbox aloprado da minha imaginação, transformo dia em noite, noite em dia, preto em branco, branco em preto, lua em sol, sol em lua, loira em morena, morena em loira. E, se pararmos um instante pra imaginar esse lugar, perceberemos o quanto ele pode nos ser familiar, visitado em momentos ilustres do subconsciente humano. Até que ponto podemos afirmar teorias psicanalíticas!? Depende! Oras! Se nos julgarmos capazes o bastante para fazê-lo, basta apenas ter um mínimo de conhecimento próprio pra descobrir esse lugar no seu interior.
"O boteco é ressoante como uma concha marinha. Todas as vozes brasileiras passam por ele." (Nelson Rodrigues)
Au revoir, merci.
Fim de semana chegando, Dia dos Pais, impossibilidade total de sair da cidade, sábado e domingo sempre rola uma confraternização, assim espero, família italiana, sabe como é!
"Hoje a Marginal engarrafou, e eu fiquei apé", a Marginal eu não sei, mas a Heitor Penteado fechou durante pelo menos 50 minutos, e eu dentro do 917 Terminal Pirituba, louco pra chegar em casa. Pela tarde, 50 minutos no metrô pra chegar lá na São Bento, já nem sei mais por que me arrisco a sair de casa sem carro, imagino que a minha contribuição para o meio ambiente seja grande, se levar em conta o fato de que não poluo porra nenhuma. Nunca plantei uma árvore, logo ando de ônibus!
Baseado nas teorias do saudosíssimo "Seu Alaor", que afirma: "logo que ocê cruzar a Rua Catão, cata o premero bumba pra Lapa que ocê sai lá no cemitério", lembro-me de outro grande ilustríssimo pensador. Sun Tsu dizia que, além do horizonte, existe um lugar. Às vezes páro diante de tamanha reflexão e me questiono, como foi possível nunca ter chegado à essa conclusão antes!? No beatbox aloprado da minha imaginação, transformo dia em noite, noite em dia, preto em branco, branco em preto, lua em sol, sol em lua, loira em morena, morena em loira. E, se pararmos um instante pra imaginar esse lugar, perceberemos o quanto ele pode nos ser familiar, visitado em momentos ilustres do subconsciente humano. Até que ponto podemos afirmar teorias psicanalíticas!? Depende! Oras! Se nos julgarmos capazes o bastante para fazê-lo, basta apenas ter um mínimo de conhecimento próprio pra descobrir esse lugar no seu interior.
"O boteco é ressoante como uma concha marinha. Todas as vozes brasileiras passam por ele." (Nelson Rodrigues)
Au revoir, merci.
